Montemor, Family Time





A Capoeira

















Mas o melhor de tudo é o sítio dos bichos. Uns ficam  na capeira  - um imenso espaço entre as oliveiras circundado por uma rede, à volta do qual se passeiam à solta, no exterior, gansos, galos, galinhas, cães, emas e  ovelhas, que têm entre si relações de amizade e partilha de leito bastante inusitadas: o cão dorme com o ganso, a ovelha dorme com a ema, e por aí fora :))






O Terraço

Gostava de saber desenhar paisagens para mostrar como é bonita a  vista do terraço. Com ou sem castelo, com ou sem moinho, mas sempre com oliveiras.
O castelo muda de cor ao longo do dia, conforme o sol. À noite, porém - quando parece um balão de São João a voar no céu, iluminado  -  é quando fica mais bonito. Mas se pintá-lo de dia já é o que é, a noite vai sendo adiada, espero que não ad aeternum ...


Páscoa em Montemor


Montemor tem prédios muito bonitos, com azulejos antigos, brilhantes e de cores incríveis!

                                                                                                            Em cada esquina tem também bancos a que não resisto nunca, com deliciosos velhotes que são a minha perdição.                                      Desta vez não deu para lhes mostrar.                                                   Foi pena porque, quando dá, a conversa é sempre muito boa!




Bats, Again...

Não podia passar mais um ano académico sem o meu desenho da praxe  (passo o trocadilho:)).
Não vale a pena fazer de novo uma prosa. É sempre o mesmo, todos os anos...e sempre a mesma também, a minha revolta!

Abrantes com muito sol

Ontem fui a Abrantes e vi a exposição do Pedro Cabral  na Biblioteca Municipal. É invejável! São centenas de desenhos e inúmeros cadernos, todos lindíssimos!  Parabéns Pedro!
A programação é, aliás, extraordinária e também sabe ver que há câmaras muito dinâmicas e que fazem um bom trabalho.
Aproveitei e  fiz três desenhos. Que bela manhã:)








Dá-lhe Vasco!

Um videoclip para uma música com o macabro nome Dogs and Bones.
É mais um video clip do Vasco, para um trabalho da faculdade, desta vez com a banda Lotus Fever .
AQUI uma entrevista à Comunidade Cultura e Arte
Go Vasco!



Porto by Urbansketchers



Workshop com João Catarino

Se há coisa incómoda de ouvir é "Ah, andas a imitar o não sei quantos". 
Caramba, há coisas que  não se podem imitar, nem sequer tentar, nem sequer se atrever. E os desenhos são uma delas.  Os do Catarino, os do Mário, os do Eduardo, os do Zé, os da Marina, os do Pedro, os da Fernanda, os da Ana, os da Maria..não importa! Alguém ousa imitar desenhos? Claro que não! Alguma vez me passaria pela minha cabeça ter a presunção de querer imitar alguém? Ridículo! Mas não é proibido gostar muito de alguns desenhos, vê-los com atenção, gostar de saber - com humildade e admiração - como cada um olha para as coisas, como faz, como vê. Não só não é proibido, como acho que é maravilhoso ter a oportunidade de o fazer! Só temos é que agradecer a quem tem a paciência de puxar por nós e nos ajudar a evoluir!
Deixar o mundo entrar dentro de nós, assimilá-lo, absorvê-lo, transformá-lo, não é o que fazemos na vida? Porque não o podemos fazer no desenho também? 




Com Norberto Dorantes na Casa Atelier Vieira da Silva

 Norberto Dorantes, é um mexicano que vive em Buenos Aires. Faz desenhos brutais e fez uma  Oficina de Desenho este Sábado  na Casa Atelier Vieira da Silva, inserida nas programações de Um Ano a Desenhar para o Futuro, e da Lisboa, capital Ibero-Americana de Cultura, evento de que os USkP são parceiros.Foi muito interessante!






Maldito Alzheimer

Como uma metralhadora.
As palavras saiem-lhe em rajadas, secas, até agressivas. Persecutórias.
Ele ouve, cansado. Com mágoa e resignação sussurra frases tranquilizantes que não fazem eco naquela estranha de olhar vago com quem, afinal, partilhou toda uma vida.
Maldito Alzheimer.
Vou comer bróculos.
 E enfrascar-me em Ginko Biloba.


Dois dedos de conversa

Gosto muito destes largos  com árvores, banquinhos e mesas, onde se dão dois dedos de conversa, se joga à batota e se engana o tempo para não ver o tempo passar. Gosto também porque são  iguais em todo o lado. Este é em Linda a Velha.

Belém e a marabunta

Em Belém, de manhãzinha, a ver a marabunta chegar!
Uff...fiquei cansada e com os olhos em bico!
Tão depressa não me meto noutra!
Ainda por cima, só no fim de tudo  percebi o profundo (sim, porque há muitos outros menos profundos ) erro deste desenho. É sobre os Jerónimos, mas aponta para os Pastéis de Belém ! Estaria com fome ?:))


Credo! Que caos!

Chove a potes. A marginal está fechada. Não há comboios. O viaduto de Alcântara está encerrado. O trânsito está infernal. Credo! Que caos! Enquanto (des)espero, tento desenhar o que vejo.

Desgostos, um sobrinho e a ajuda da Paula Cabral

A Paula tem uma "caneta" maravilhosa, com que pinta de preto as páginas do caderno de que não gosta. Ainda bem que não a tenho, senão enfaixaria de negro muitos dos meus desenhos que sei, com toda a  certeza que um dia, com o passar do tempo, até  viria a gostar :D
Mas não resisti a pedir-lhe que me deixasse usar aquele objeto mágico. E foi nessas páginas que muito a correr desenhei o meu sobrinho João...

Parque Eduardo VII

Isto é por fases:ora me dá para desenhar igrejas, ora me dá para desenhar ruas, ora me dá para as pessoas...Agora o meu olhar tem ido para os jardins, que têm uma calma muito inspiradora. Desenhá-los - ou tentar fazê-lo, mesmo que aos bocados desconexos - tem algo de apaziguador, que me sabe muito bem...