Coche dos Oceanos ou Coche do Embaixador?

Com as suas duas toneladas em  exuberante talha dourada, este coche de "caixa aberta" ou "à romana" não passa despercebido a quem visita o Museu dos Coches. As figuras da frente representam os oceanos Indíco e Atlantico, ligados pelos portugueses coma passagem do Cabo da Boa Esperança. Desenhá-lo foi, para mim,  mais o Cabo das Tormentas, mas garanto que foi um tempo muito bem passado!



O Coche do Embaixador, menos vistoso e  imponente, tem um charme muito próprio. 
É baço, bafiento, parece veludo puído e consigo imaginar o cheiro que deve ter  a pó e 
madeiras velhas
.


Praça das Flores

Durante quatro sextas feiras do mês de Maio, houve um workshop do João Catarino na Praça das Flores. Com quiosque, sem quiosque, com  reflexos ou com espaços negativos, lá fomos às apalpadelas tentar capturar a praça, com aquelas instruções  que já  todos conhecem tão bem:
"É muito fácil, é  só semi-cerrar os olhos!"
Pois, pois...Facílimo, claro!
 :D:D:D






Family Time

É assim que gosto que acabem os jantares em minha casa. 
Já os vizinhos...não sei se gostarão tanto como eu!

Adivinha!!!

Dou um doce a quem adivinhar onde estava e o que tentei desenhar aqui...Maluquices:)...

Uma reportagem muito querida




                                     Um dia, hei-de escrever sobre  isto. Mas por enquanto não :)

Um sábado no Museu

Entre os Paineis de São Vicente, os desenhadores atentos, o Adamastor e as esculturas, muito houve para desenhar. Bela tarde no Museu Nacional de Arte Antiga! 







Em Óbidos, pus as aguarelas de castigo!

 Desta vez, em Óbidos, ficou tudo a preto e branco. Não sei se foi do mau tempo, ou da preguiça, ou apenas do prazer em andar por ali com a caneta, lentamente, a vaguear em cima daquelas ruelas e telhados...mas foi assim que ficou! Às vezes também sabe bem, para variar!

Viva o Circo!

Finalmente o Grande Circo Místico vai estrear! E vai a Cannes!
Aqui fica  o cartaz que desenhei com tanto gosto e que agora, com o selo "Official Selection", me faz  sentir ainda  mais orgulhosa. Obrigada Cacá!


Ao vivo e a cores"- uma Oficina em Abrantes


Ao vivo e a cores foi o nome da minha oficina nos Cadernos de Viagem de Abrantes


Choveu copiosamente toda a manhã, as cores eram muito cinzentas, e não havia na rua ninguem para dar aos nossos desenhos o ar vivo que eu propunha!
Mas os sketchers não desistem e, entre o Mercado, o Café Chave d' Ouro e uma boa molha, acabámos por nos divertir!
  À noite, de fugida, ainda fiz um desenhito no bar do Hotel
Foi uma bela experiência. Obrigado à Camara de Abrantes, à Biblioteca e a quem se lembrou de me propôr!
E, claro está, obrigada aos participantes:)

Chuva e sono no aeroporto de Barcelona

Quem é rico, vai direto! Quem não é, faz escalas e...desenha:)


Último jantar em Chinatown

Nas grandes cidades anda-se sem parar, de manhã à noite. Ao fim dum dia de 12/13 km, só mesmo um desenho muito, muito rápido, deste sítio caótico e frenético onde "caí" para jantar em Chinatown! É um daqueles restaurantes de sopas wonton e dim-sum, muito baratos (haja alguma coisa barata !), cheio de empregados chineses que não falam inglês!

Rapariga num café




Irresistível!


Washington Square

Um dos melhores lugares para acabar o dia, descansar um bocadinho e ver...muita coisa a acontecer!


Museus, museus, museus...quero voltar:)

METROPOLITAN: a entrada, cá fora, e a incrível sala que dá para o Central Park.


 E o GUGGENHEIM que desisti de desenhar antes sequer de ter começado! Impossivel :))



Brooklyn

Desta vez resolvemos explorar Brooklin. É outra cidade e , sem dúvida, uma agradável surpresa. Não admira que muita gente esteja a ir viver para lá!


Museu de História Natural

Neste   maravilhoso e infindável mundo atrevi-me a  fazer alguns desenhos que partilho convosco, nas três   majestosas salas que para mim têm  maior magia : a dos Mamíferos Africanos, a da Vida nos Oceanos, e a dos Dinossauros Saurísquios.



Passover - uma Páscoa diferente (II)

Os nossos amigos de Nova Iorque são Judeus.  Na Páscoa, comemoram o Passover, que celebra a  fuga  do povo judeu do Egipto.
Pessach é uma palavra hebraica que significa passar além, tanto no sentido geografico como, metafóricamente, passar além da escravidão, para a  liberdade.
Durante as festividades  do Pessach, um jantar especial de comemoração  reúne toda a família ao redor da mesa, onde se fazem uma série de rituais. Desta vez, os nossos amigos fizeram-no connosco, o que nos deixou contentes e muito honrados.
Leram salmos, cantaram, explicaram-nos o significado dos rituais, em particular da partilha de pão ázimo. A  história do "êxodo do Egito" relata que os israelitas, durante a fuga apressada do cativeiro, assaram o pão sem esperar que a massa crescesse. Essa ausência do fermento tornou-se então um ritual e assim, durante estas comemorações um dos preceitos é não consumir alimentos que contenham fermento. A nossa refeição começou assim com uma partilha onde o "pão ázimo" ou "Matsá".
Foi uma noite fantástica. Obrigada Ellen e Josh!

Uma Páscoa diferente

No domingo de Páscoa, passei a manhã numa missa Gospel em Harlem.
A igreja, muito pequena, não deixou que passássemos incógnitos. É muito difícil descrever o ambiente pois tudo - alegria,  devoção, comunhão, hospitalidade - é tão excessivo, que é  impossível encontrar palavras certas.
 Gostava muito que estes desenhos, que fiz quase compulsivamente, trouxessem  consigo um pouco de tudo isso.





Postalitos de Nova Iorque

Aqui deixo alguns dos desenhos que fiz agora, durante as férias de Páscoa, numa viagem em família a Nova Iorque:

Bagels- uma invenção gastronómica deliciosa e muito pouco saudável, a incluir na rubrica "Só porque são férias"

Em Brooklyn, por baixo da mítica e cinéfila ponte de Manhattan

Durante um descanso obrigatório em Central Park


Na agitada, confusa e colorida Chinatown