Supermercado paquistanês

Este desafio da Casa dos Mundos é muito divertido. Hoje fui desenhar este supermercado paquistanês, cheio de turbantes, alfaces,  couves, óculos,  Cerelac´s e Nestun´s...Entrei e fiquei à conversa com o senhor, enquanto  desenhava a loja por dentro (e se ouviam as manifestações à porta da Assembleia, lá fora). Sábado vou-lhe mostrar todos os desenhos, já acabados e pintados. Espero que goste...


Uma estreia no Desenho Cru

Andava há muito tempo para experimentar esta coisa  do Desenho Cru. Foi ontem.
É uma experiência aliciante mas difícil, não tanto  porque os modelos se mexem mas, mais porque todo aquele silêncio, ainda que agradável, se torna um pouco intimidante. Talvez porque sou uma desorganizada, mudo  n vezes de material, espalho tudo, deixo cair coisas no chão...enfim, senti-me um elefante numa loja de porcelana!
 Mas aproveitei para fazer experiências, usar registos diferentes, sem medo nem de errar, nem de gastar papel (porque tive o bom senso de levar um caderno bom para gastar)!

Primeiro desenhei o Rui, a ler tranquilamente com o simpático"Bock" aos pés.


Depois foi a vez da bela Nina que, de  morena tradicional numa gabardine beje, se foi lentamente  transformando...


...até se tornar numa espécie de boneca de cabeleira cor-de -rosa bastante esfuziante...

...que por fim, carinhosa e lentamente transforma  também o Rui num palhaço de nariz vermelho
Foi muito giro! Gostei muito!

Mãe e filha?


Treinar

Quando tento desenhar alguém, fica sempre muito mal. Então apeteceu-me pegar no caderno e num pincel e ir desenhando caras, ao calhas, sem a preocupação de "ficar parecido". Ainda é pior do que com caneta, mas é engraçado...



Desenho no semáforo

Esta semana apanhei chuva e, logo, trânsito.
Entre o vermelho e o verde resolvi pegar na caneta, como se fosse um desafio.



Manhãs de domingo

Quando um dos meus filhos pergunta se os amigos cá podem dormir, esta é a visão que tenho, quando chego à sala, acabada de acordar :)


Rapariga com febre, em sala de espera de hospital


Manhãs submersas

Já tinha algumas saudades de uma manhã de sábado chuvosa, destas em que os cafés  enchem logo cedo, com pessoas e  rotinas que gosto de observar. Alguns conversam, outros lêem, há Expressos por todo o lado e, no meio de tudo, há rostos de solidão. Foi assim hoje, na Versailles, em Lisboa.



Uma Tia é uma Tia

A Tia fuma. Mas não tosse.
A Tia tem cabelo dourado (amiúde um pouco esverdeado).
A Tia tem anéis de ouro.
A Tia não sabe o que se passa. E acha graça.
A Tia diz muitas vezes Querida. Lentamente e sempre  com acento no A.
A Tia não come doces.
A Tia é muito educada. E às vezes é malcriada.
A Tia, é Tia.

B, de borracha

Ontem, no Alfabeto, foi a vez da letra B - de Borracha.
Muitos passos, e muito difíceis. 
Um bom desafio, portanto!

1. Com carvão, tornar preta uma folha branca. Parece fácil? Não é! :)
 2. Desenhar com borracha, vários detalhes do interior da basílica da Estrela.

 3. Fazer uma mancha a carvão, com a forma grosseira de uma estátua do exterior da Basílica. "Desenhar-Apagar" as zonas claras, de luz. 

Tão difícil...Gostei muito!

À espera, no Hospital Escolar Veterinário


Mais um sagrado jantar de domingo, no Templo Hindu


Museu da Marinha - Encontro Filmado