Manhãs submersas

Já tinha algumas saudades de uma manhã de sábado chuvosa, destas em que os cafés  enchem logo cedo, com pessoas e  rotinas que gosto de observar. Alguns conversam, outros lêem, há Expressos por todo o lado e, no meio de tudo, há rostos de solidão. Foi assim hoje, na Versailles, em Lisboa.